Histórico

O MGI, desde a sua criação, vem desenvolvendo seu plano de gestão, baseado em três princípios: participação, profissionalismo e transparência. Dentro ou fora de comandos diretivos, o MGI participa intensamente da vida do clube; seus membros integram todas as comissões de acompanhamento de todas as áreas. Conhece e valoriza o bom trabalho que já feito, como o excelente Planejamento Estratégico, que segue a passos lentos, o Relatório do Fórum dos Movimentos construído na conjunção das forças políticas do clube e, mais recentemente, os trabalhos

das consultorias internacionais contratadas para planejar a transição do clube, como um todo, à Arena.

O MGI quer um Grêmio financeiramente forte, capaz de manter consigo os direitos econômicos de jogadores, hoje trocados às pressas por alguns vinténs que mal que cobrem o permanente

déficit de caixa. Futebol envolve valores elevados; é um negócio de alto risco. Clubes enfraquecidos como o Grêmio de hoje ficam a mercê de investidores, que se reservam o melhor resultado e transferem à instituição o risco dos salários altos e dos contratos longos. Negociar com investidores, em casos pontuais, é tarefa da gestão no escopo de melhorar o time. Ainda assim,

o MGI tem claro que falta ao Grêmio políticas claras e transparentes que identifiquem e resolvam os inevitáveis conflitos entre os interesses de tais investidores e os do clube.

O MGI não quer a dependência sistemática e permanente de investidores, sejam pessoas físicas, empresas ou fundos; quer um Grêmio forte, com pacidade para assumir os altos investimentos do futebol, suportar riscos menores daqueles que hoje lhe são transferidos e, principalmente, usufruir, ao tempo certo, a maior e a melhor parte dos resultados assim que a nossa fábrica de talentos volte a produzir. O melhor do Grêmio está no próprio Grêmio.